Seminários

A Crise do Simbólico na Clínica Psicanalítica

Coordenação: Silvia Sato

Datas: 01 e 29/09 , 27/10 e 23/11

Horário: 19h30

Local: R. Adolfo Serra, 364, Ribeirão Preto

Atividade aberta e gratuita

Contato: silviasatorp@gmail.com 16 981565607

A crise do simbólico na clinica psicanalítica

Silvia Sato

A psicanálise se insere no mundo e é afetada pelos efeitos da crise do simbólico, assim como a arte. Com seu “esforço de poesia” a intervenção do analista constrói de maneira topológica algo desse espaço real e permite escutar o que na fala analisante vai além do sentido. Como produto da psicanálise, os Testemunhos de Passe, onde um analista transmite à comunidade analítica os efeitos de sua experiência enquanto analisante, oferecem uma leitura do modo único como cada um deles fez de sua crise simbólica particular e é com eles que vamos contar em nossos encontros.

Do Desejo à Ética – Um Percurso Lacaniano

Coordenação: Maria Bernadette Soares de Sant´Ana Pitteri

Datas: 3ªs feiras – quinzenal

Horário: 12h às 13h30

Local: R. Cardoso de Almeida 60 cj 44

Atividade aberta e gratuita

Contato: m_bernadettep@yahoo.com.br

Em construção

A Erótica da Pulsão de Morte

Coordenação:Fernando Prota

Datas: 5ªs feiras – quinzenal – 10 e 24/08, 07 e 21/09, 05 e 26/10, 09 e 23/11

Horário: 19h15

Local: Rua Adolfo Serra, 364 – Ribeirão Preto

Atividade aberta e gratuita

Contato: f_prota@yahoo.com.br / 16-36230210

A erótica da pulsão de morte

Fernando Prota

Tomando por princípio que o aforisma “o inconsciente é estruturado como uma linguagem” se mantém ao longo de todo o ensino de Lacan, verifica-se, ao mesmo tempo, que o conceito de linguagem sofre torções topológicas, levando a uma outra relação entre significante e corpo, o que impõe a Lacan o termo “falasser”.  Extrairemos as consequências epistêmicas, clínicas e políticas dessa torção que, em última instância, nos faz verificar a pulsão de morte no seio do laço social, e que por esse motivo, inaugura uma nova erótica, uma nova dinâmica do campo do desejo e do gozo, que compõe isso que chamamos contemporaneidade.